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Minha trajetória não começou com uma stack definida. Ela começou com problemas reais de empresas pequenas e foi avançando para produtos, equipes, infraestrutura e sistemas com inteligência artificial.
2020: primeiros projetos como freelancer
Comecei desenvolvendo sites, landing pages e blogs para negócios locais. O trabalho logo deixou de ser apenas visual: os clientes também precisavam de rastreamento, automação de WhatsApp, e-mail, CRM e uma forma mais organizada de transformar presença digital em operação.
Essa fase me ensinou a olhar para a tecnologia a partir do resultado esperado. Um site útil precisava conversar com atendimento, vendas, conteúdo e com a rotina das pessoas que o administravam.
2021 a 2022: plataformas, e-commerce e gestão
Passei a construir soluções web mais completas, lojas virtuais, integrações e produtos SaaS. Também coordenei freelancers e projetos em que tecnologia, operação e marketing precisavam funcionar como partes do mesmo sistema.
A responsabilidade deixou de ser somente entregar uma funcionalidade. Era necessário organizar escopo, prioridades, comunicação e continuidade para que outras pessoas conseguissem participar da entrega.
2023 a 2025: Frontmidie
Criei uma agência de tecnologia e marketing com uma equipe multidisciplinar. A experiência reuniu desenvolvimento, gestão, relacionamento com clientes e centenas de entregas em sites e lojas virtuais.
Foi um período importante para entender capacidade de equipe, padronização, qualidade percebida pelo cliente e o impacto que decisões técnicas têm no prazo e na manutenção de cada projeto.
Experiência de liderança técnica na Cilic
Atuei na arquitetura e evolução de plataformas SaaS, agentes inteligentes, automações e integrações entre modelos de IA, APIs, CRMs, ERPs e canais digitais.
Essa experiência aprofundou meu trabalho com decisões de arquitetura, revisão de código, contexto para agentes, infraestrutura e sistemas que precisam permanecer compreensíveis enquanto evoluem.
Hoje: Will Engineer
Hoje, meu foco é engenharia de software e Harness Engineering por domínio. Construo plataformas web e uma base para que marketing, financeiro, vendas, atendimento e outras áreas usem IA com contexto, ferramentas e permissões adequados ao trabalho de cada equipe.
Essa estrutura também faz parte do meu processo de desenvolvimento. Nas empresas, o objetivo é permitir que quem conhece a operação proponha melhorias, teste em um ambiente controlado e acompanhe o resultado. Integração, avaliação, aprovação e manutenção fazem parte da entrega, não apenas a escolha de um modelo.
A Will Engineer reúne o que aprendi em contextos diferentes: proximidade com o cliente, visão de produto, profundidade técnica e responsabilidade pela operação depois que o software chega à produção.
Princípios que essa trajetória consolidou
Experiências diferentes deixaram critérios que hoje uso para avaliar produtos, projetos e parcerias.
- Entender a operação antes de propor tecnologia.
- Traduzir decisões técnicas para quem responde pelo negócio.
- Construir o menor sistema capaz de gerar valor e evoluir com evidências.
- Documentar o suficiente para que o trabalho não dependa de uma pessoa.
- Tratar deploy, suporte e manutenção como parte do produto.
- Usar inteligência artificial com contexto, avaliação e responsabilidade.
Como essa experiência chega aos projetos
Não parto da ideia de que toda empresa precisa reconstruir tudo ou adotar a ferramenta mais recente. Primeiro entendo o estágio do produto, as limitações da equipe e o resultado que precisa melhorar.
A partir disso, posso atuar em uma análise pontual, revisar uma base existente, implantar infraestrutura, conectar plataformas ou acompanhar a evolução técnica de forma contínua.
Material educativo. Valide os exemplos em um ambiente de teste e adapte as decisões ao contexto, aos riscos e às responsabilidades do seu projeto.
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